A doença de Parkinson é uma enfermidade neurológica, que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão, rigidez muscular, desequilíbrio além de alterações na fala e na escrita. Não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano. Não há evidências de que seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável, é progressiva (variável em cada paciente) e a sua causa ainda continua desconhecida até hoje.
O médico neurologista é o profissional indicado para diagnosticar e tratar da doença de Parkinson. Embora o tratamento medicamentoso seja de grande importância para a melhora dos sintomas, a terapêutica para os indivíduos parkinsonianos envolve cuidados médicos e reabilitatórios, sendo a fisioterapia, a fonoaudiologia e a terapia ocupacional de grande importância. Uma vez confirmado o diagnóstico, o tratamento deve ser iniciado o mais breve possível.
A Fisioterapia atua na reeducação e na manutenção da atividade física, como um complemento indispensável ao tratamento da doença de Parkinson, e é tão importante quanto os remédios. Ela permite que o tratamento tenha melhor eficácia; portanto, é necessária sob todos os pontos de vista, inclusive para melhorar o estado psicológico do paciente. De fato, os exercícios físicos conservam a atividade muscular e flexibilidade articular. Inativos, os músculos têm tendência a se atrofiar, se contrair e sua força diminui. A rigidez resultante limita a amplitude dos gestos.
As terapias indicadas são técnicas de relaxamento, exercícios de mobilidade, trabalho do equilíbrio, estímulo da memória, entre outras todas com o objetivo de:
• Retardar ou minimizar a progressão e efeitos dos sintomas da doença;
• Impedir o desenvolvimento de complicações e deformidades secundárias;
• Manter ao máximo as capacidades funcionais do paciente;
• Melhorar a qualidade de vida do paciente, reintegrando a sociedade.
A fisioterapia é uma das alternativas para melhorar a qualidade de vida de quem tem essa patologia degenerativa.
Fonte: http://www.fisionet.com.br/monografias/interna.asp?cod=31
http://www.saudebh.com/3.0/index.php/fisioterapia/259-fisioterapia-e-aliada-de-paciente-com-parkinson
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